Eletrocardiograma

O exame de eletrocardiograma talvez seja o mais comum solicitado em cardiologia, apesar de datar do final do século 19 ou começo do século 20, ainda é um dos mais importantes exames no arsenal de um cardiologista. Vale lembrar que o exame de eletrocardiograma, assim como qualquer exame complementar, é apenas um complemento ao diagnóstico e nunca poderá substituir o exame físico e a história clínica do paciente, de tal forma que, por vezes, a solicitação do eletrocardiograma ou de qualquer outro exame complementar pode não se fazer necessária, porém, em cardiologia, a solicitação do exame de eletrocardiograma é pratica rotineira na avaliação inicial do paciente.

O exame de eletrocardiograma consiste, basicamente, na avaliação da atividade elétrica do coração, gerada pelas suas contrações, que são registradas em um papel milimetrado através de ondas, o que permite que se interprete e diagnostique desde o ritmo cardíaco até arritmias e infartos. Por ser um exame de fácil realização e interpretação (para um cardiologista experiente) é o primeiro exame solicitado em toda e qualquer avaliação cardiológica.

O eletro cardiograma é um exame rápido e 100% indolor para o paciente,sua realização se dá através da colocação de eletrodos nos braços e pernas do paciente, além de outros eletrodos na região precordial (região do tórax onde se encontra o coração). Essa combinação de eletrodos vai permitir o registro de diversas ondas elétricas vindas da contração da musculatura cardíaca, permitindo a “visualização” das mais diversas partes do coração. Um exame de eletrocardiograma bem realizado e interpretado permite, dentre outros diagnósticos, a determinação precisa de qual área do coração está sofrendo um infarto, por exemplo.

O exame de eletrocardiograma é comumente solicitado nos seguintes casos:

  • Dores no peito
  • Avaliação para atividade física
  • Avaliação do risco cirúrgico do paciente
  • Infarto
  • Acompanhamento de pacientes com hipertensão arterial
  • Dentre outras.
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